{"id":1867,"date":"2014-02-28T10:42:59","date_gmt":"2014-02-28T10:42:59","guid":{"rendered":"http:\/\/aprosojabrasil.com.br\/?p=1867"},"modified":"2014-02-28T10:42:59","modified_gmt":"2014-02-28T10:42:59","slug":"produtor-deve-aproveitar-perspectivas-de-bons-precos-afirma-decio-teixeira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprosojabrasil.com.br\/comunicacao\/blog\/noticias-novidades\/2014\/02\/28\/produtor-deve-aproveitar-perspectivas-de-bons-precos-afirma-decio-teixeira\/","title":{"rendered":"Produtor deve aproveitar perspectivas de bons pre\u00e7os, afirma D\u00e9cio Teixeira"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_1869\" aria-describedby=\"caption-attachment-1869\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/aprosojabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/DSCN5975.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-1869\" alt=\"O excesso de calor e o tempo seco podem reduzir em at\u00e9 20% a safra de soja no Rio Grande do Sul\" src=\"http:\/\/aprosojabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/DSCN5975-300x224.jpg\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1869\" class=\"wp-caption-text\">O excesso de calor e o tempo seco podem reduzir em at\u00e9 20% a safra de soja no Rio Grande do Sul<\/figcaption><\/figure>\n<p>Nesta quinta-feira (27), a Aprosoja Brasil visitou o munic\u00edpio de Cruz Alta, no noroeste do Rio Grande do Sul. As lavouras semeadas mais cedo e com variedades precoces registraram perdas severas e nem mesmo a chuva dos \u00faltimos dias \u00e9 capaz de recuperar, pois coincidiu com o final da flora\u00e7\u00e3o e abortou parte das vagens.\u00a0Al\u00e9m disso, por causa do tempo seco e das altas temperaturas, os gr\u00e3os formados perderam qualidade e peso. J\u00e1 as que foram plantadas mais tarde sofreram menos, mas tamb\u00e9m tiveram perdas. Na propriedade que visitamos a expectativa era colher 60 sacas, mas o produtor n\u00e3o vai colher mais 20 sacas por hectare.<\/p>\n<p>Segundo D\u00e9cio Teixeira, presidente da Aprosoja-RS, a produtividade na regi\u00e3o de Cruz Alta n\u00e3o deve passar de 45 sacas contra uma expectativa inicial de 55 sacas por hectare. Em todo o Estado ele acredita que as perdas podem chegar a 20%. \u201cEm quase 50 anos de lavoura nunca passamos por um per\u00edodo de tempo t\u00e3o quente como vivemos neste ano. O excesso de calor queimou as folhas. Na minha lavoura eu espero colher entre 40 e 45 sacas por hectare\u201d, conta Teixeira.<\/p>\n<figure id=\"attachment_1870\" aria-describedby=\"caption-attachment-1870\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/aprosojabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/DSCN5987.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-1870\" alt=\"D\u00e9cio Teixeira, presidente da Aprosoja-RS\" src=\"http:\/\/aprosojabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/DSCN5987-300x224.jpg\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1870\" class=\"wp-caption-text\">D\u00e9cio Teixeira, presidente da Aprosoja-RS<\/figcaption><\/figure>\n<p>E o que fazer em um ano de frustra\u00e7\u00e3o de safra? Para Teixeira, que j\u00e1 foi presidente do Sindicato Rural de Cruz Alta por 10 anos e tamb\u00e9m diretor da Farsul (Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul), as quebras localizadas da safra 2013\/14 dificultam uma a\u00e7\u00e3o conjunta das entidades porque s\u00e3o casos espec\u00edficos, mas a Aprosoja trabalha sempre em defesa do produtor. \u201cUma a\u00e7\u00e3o que temos batalhado todo ano \u00e9 para melhorar o seguro agr\u00edcola brasileiro. Precisamos com urg\u00eancia de um seguro de renda e n\u00e3o apenas que cubra parte dos custos do produtor\u201d, reitera Teixeira. Ainda segundo o presidente, o produtor ga\u00facho vai ter uma rentabilidade menor nesta safra por causa dos custos mais altos, mas ele n\u00e3o acredita que a d\u00edvida v\u00e1 aumentar. \u201cAs perspectivas de pre\u00e7o s\u00e3o boas, ent\u00e3o o produtor precisa aproveitar\u201d, afirma.<\/p>\n<p><b>Conhe\u00e7a a\u00a0<\/b><b>Aprosoja<\/b><b>\u00a0<\/b><b>RS<\/b><b><\/b><\/p>\n<p>A\u00a0Aprosoja\u00a0Rio Grande do Sul foi criada em 2007 para enfrentar os desafios e buscar solu\u00e7\u00f5es para\u00a0os\u00a0produtores ga\u00fachos de soja e milho. Atualmente, o Estado est\u00e1 entre os maiores produtores de soja do Brasil junto com Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goi\u00e1s e Paran\u00e1. Segundo dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a expectativa \u00e9 que o Rio Grande do Sul produza aproximadamente 13 milh\u00f5es de toneladas na safra 2013\/2014, quase 14% da produ\u00e7\u00e3o Brasileira.<\/p>\n<p>Uma curiosidade: a primeira soja que chegou ao Brasil foi plantada no munic\u00edpio de Santa Rosa, noroeste do Rio Grande do Sul, em 1923. Desde ent\u00e3o, a oleaginosa foi distribu\u00edda aos colonos que come\u00e7aram a semear a cultura.<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es sobre a\u00a0<b>Aprosoja-RS<\/b> entre em contato:\u00a0<a href=\"tel:%2861%2935511640\" target=\"_blank\">(61)3551-1640<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nesta quinta-feira (27), a Aprosoja Brasil visitou o munic\u00edpio de Cruz Alta, no noroeste do Rio Grande do Sul. 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