{"id":4155,"date":"2015-03-02T14:45:51","date_gmt":"2015-03-02T14:45:51","guid":{"rendered":"http:\/\/aprosojabrasil.com.br\/2014\/?p=4155"},"modified":"2015-03-02T14:45:51","modified_gmt":"2015-03-02T14:45:51","slug":"mapa-pretende-ampliar-analise-de-risco-de-pragas-na-area-vegetal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprosojabrasil.com.br\/comunicacao\/blog\/destaques\/2015\/03\/02\/mapa-pretende-ampliar-analise-de-risco-de-pragas-na-area-vegetal\/","title":{"rendered":"Mapa pretende ampliar An\u00e1lise de Risco de Pragas na \u00e1rea vegetal"},"content":{"rendered":"<p>Uma rede de intelig\u00eancia formada por cientistas e especialistas est\u00e1 sendo montada com o objetivo de ampliar a An\u00e1lise de Risco de Pragas (ARP) no Brasil. Para isso, a Secretaria de Defesa Agropecu\u00e1ria (SDA) do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) est\u00e1 firmando novas coopera\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa) e parcerias com institui\u00e7\u00f5es de ensino e centros colaboradores.<br \/>\nEsta proposta visa reduzir as vulnerabilidades do agroneg\u00f3cio com o fortalecimento da prote\u00e7\u00e3o do Pa\u00eds contra a entrada de pragas quarenten\u00e1rias ausentes no Brasil, ou erradicadas, como foi o caso da Cydia pomonella.Esse trabalho ser\u00e1 coordenado pelo Departamento de Sanidade Vegetal (SDA\/DSV), com \u00eanfase nas sementes e mudas.<br \/>\n\u201cA an\u00e1lise de risco de pragas \u00e9 a ferramenta cient\u00edfica que sustenta o com\u00e9rcio internacional de vegetais\u201d, explica Lu\u00eds Rangel, diretor do DSV. Para ele, h\u00e1 a necessidade de amplia\u00e7\u00e3o do n\u00famero de especialistas em ARP para incremento da qualidade do processo de an\u00e1lise e a valoriza\u00e7\u00e3o dos requisitos fitossanit\u00e1rios na importa\u00e7\u00e3o e nas renegocia\u00e7\u00f5es internacionais do Mapa. \u201cAssim, poderemos direcionar estrategicamente os trabalhos cient\u00edficos ao que \u00e9 de interesse para a pol\u00edtica p\u00fablica brasileira\u201d, diz Rangel.<br \/>\nEtapas \u2013 Com a amplia\u00e7\u00e3o proposta pelo DSV, essas an\u00e1lises seriam divididas em tr\u00eas etapas, visando o mercado interno. As duas primeiras seriam protagonizadas pelos especialistas e cientistas, que se responsabilizariam pelo levantamento e pela an\u00e1lise de risco. A etapa final seria de responsabilidade dos Fiscais Federais Agropecu\u00e1rios do Mapa. Eles trabalhariam no gerenciamento de risco. \u201cFazendo esse tipo de a\u00e7\u00e3o, a capacidade operacional seria maior e o foco seria mais preciso\u201d, explica Rangel.<br \/>\nA garantia promovida por essa rede assegura condi\u00e7\u00f5es ao setor privado de prospectar a abertura de novos nichos para o com\u00e9rcio internacional: \u201cO DSV que utilizar a boa ci\u00eancia produzida no Brasil em prol do agroneg\u00f3cio\u201d, finaliza Rangel.<br \/>\nFonte: Minist\u00e9rio da Agricultura<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma rede de intelig\u00eancia formada por cientistas e especialistas est\u00e1 sendo montada com o objetivo de ampliar a An\u00e1lise de Risco de Pragas (ARP) no Brasil. 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